Cinco mitos sobre cachorros que a ciência já derrubou

Você já parou para pensar quantos mitos sobre cachorros circulam por aí? Entre um passeio e outro, sempre aparece alguém com “verdades absolutas” sobre o comportamento canino.

Hoje trazemos um apanhado dos equívocos mais comuns — e o que a pesquisa científica realmente mostra. Informação certeira, rápida e perfeita para quem adora conteúdo leve, como nos artigos do Think 3 Box.

Mitos sobre cachorros: o que a ciência diz

“Cachorro só come grama quando está doente”. Estudos publicados no Journal of Veterinary Behavior indicam que cerca de 25 % dos cães saudáveis também ingerem grama. A prática pode ser herança dos ancestrais selvagens e não sinal exato de enjoo. Mesmo assim, evite gramados tratados com químicos.

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“Um ano canino equivale a sete humanos”. A conta não fecha. Pesquisadores mostram que raça e, principalmente, peso mudam tudo. Um cão de porte médio completa “15 anos humanos” no primeiro ano. Depois, cada 4,4 kg extras reduzem cerca de um mês na expectativa de vida.

“Velho não aprende truque novo”. Errado. Cães adultos mantêm capacidade de aprendizado, muitas vezes com foco melhor que filhotes. Reforço positivo e paciência continuam sendo a receita de sucesso quando a meta é ensinar comandos tardios.

Como interpretar comportamentos caninos

“Eles veem só preto e branco” é outro mito sobre cachorros que persiste. A visão canina capta azul, amarelo e várias tonalidades de cinza. Vermelho e verde, porém, aparecem em tons amarronzados. Além disso, os cães enxergam melhor no escuro e detectam movimentos com rapidez.

Agora, atenção ao rabo: “Balançou, está feliz” nem sempre é verdade. O segredo está na posição e na rigidez da cauda. Movimento alto e tenso pode indicar alerta ou até agressividade, não alegria. Já um balançar solto, com corpo relaxado, costuma significar satisfação.

Entenda o movimento do rabo

A cauda funciona como um medidor de emoções. Wag lateral e baixo sugere tranquilidade. Se o balanço estiver rápido, alto e com o corpo rígido, o cão pode estar desconfortável ou dominador. Observar essas nuances evita aproximar-se em momentos inadequados.

Quer treinar o olhar? Assista a vídeos educativos de adestramento e pratique em parques ou canis, sempre mantendo distância segura de animais desconhecidos.

No fim das contas, separar fatos de ficção ajuda a tomar decisões mais acertadas, seja na escolha de um plano de saúde pet ou na adoção de novos hábitos de bem-estar. Fique de olho nos próximos conteúdos do Think 3 Box e compartilhe este guia com quem também quer desvendar mitos sobre cachorros.

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